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A Revolução da Biogenética
Prometeu, punido por ter desafiado os deuses
Os heróis punidos
Pode-se dizer que boa parte da mitologia antiga, grega, romana ou oriental, enfatiza os perigos que incorre o ser humano ao tentar ultrapassar os limites fixados com leis de ferro da Natureza, amparada pelos deuses. Basta lembrar a lenda de Ícaro, o jovem filho de Decalião que tentou voar e terminou tragicamente, ou ainda a tão conhecida história do titã Prometeu que, desconsolado com a ignorância e miséria dos homens, roubou o fogo sagrado dos céus para ajudá-los a sair do embrutecimento em que se encontravam.
Os exemplos são inúmeros e até hoje são sempre lembrados quando a ciência avança sobre áreas que consideramos melindrosas ou sagradas. No entanto, os homens curiosos e cientistas corajosos e capazes, mesmo arriscando suas vidas, jamais negaram-se a ir em frente. Tiveram que enfrentar a incompreensão das autoridades, o fanatismo e a superstição do povo comum, a revolta do clero e por vezes o calabouço, o exílio, a pobreza forçada ou a fogueira por terem defendido concepções que hoje consideramos absolutamente aceitáveis e naturais mas que no tempo em que foram proferidas foram consideradas heréticas ou demoníacas.
Obviamente que uma das mais delicadas é a que trata da criação de um novo ser: quando o Homem, ao arrepio de Deus, tenta imitá-lo e dedica-se a criar, com seus próprios recursos, um ser humano. Existem, en quase todas as culturas, uma infinidade de histórias que registram essas tentativas fracassadas. Além do Prometeu dos gregos, uma dessas narrativas lendárias mais antigas diz respeito ao Golem, uma Criatura que teria sido forjada pelos judeus de um gueto da Polônia no século XII. Após o esforço de terem pronunciado 221 palavras cabalísticas dos modos os mais diversos possíveis eles encontraram a fórmula mágica para fazer do barro um ser humano. A Criatura, que não dizia uma só palavra, foi marcada na testa com a palavra hebraica Emert (Verdade), para distingui-lo dos demais, mas depois de terem perdido o controle sobre o Golem tiveram que destruí-lo, transformando-o de novo em pó.
O Mito de Prometeu
"Os benefícios que fiz aos mortais atraíram-me este rigor. Apoderei-me do fogo, em sua fonte primitiva: ocultei-o num cabo de uma bengala, e ele tornou-se para o homem a fonte de todas as artes e um recurso fecundo." - Ésquilo - Prometheus Desmontes, circa de 463 a.C.
Mas não só em lendas judaicas medievais ocorreu a idéia do Homem imitar Deus. A literatura também o fez. Em 1774, o escritor alemão F. W. Goethe publicou um pequeno poema (Prometheus)com apenas oito estrofes, no qual lançou o grito de guerra do Prometeu redivivo. O titã descrito por Goethe não aceita mais venerar Zeus, dizendo ser a divindade invejosa e inservível por que em mais nada ajuda o Homem. Ele sim, liberto da vassalagem divina, iria doravante criar outros homens que, em tempo, viriam ser iguais a ele. Esses novos homens não teriam mais nenhum compromisso com a devoção aos deuses, seriam totalmente livres. Essa pequena estrofe serviu de inspiração para que depois surgisse o culto ao Gênio, ao homem extraordinário que, sozinho, constrói o seu destino sem temer a mais ninguém e a mais nada. A partir de então o titã tornou-se um dos heróis mitológicos favoritos do Movimento Romântico e, não só dele, até o materialista Karl Marx confessou que seu herói favorito - o seu homem-modelo - também era Prometeu.
Prometheus *
(Poema de F.W Goethe, de 1774)
"Encobre o teu Céu ò Zeus
com nebuloso véu e,
semelhante ao jovem que gosta
de recolher cardos
retira-te para os altos do carvalho ereto
Mas deixa que eu desfrute a Terra,
que é minha, tanto quanto esta cabana
que habito e que não é obra tua
e também minha lareira que,
quando arde, sua labareda me doura.
Tu me invejas!
(...)
Eu honrar a ti? Porque?
Livras-te a carga do abatido?
Enxugaste por acaso a lágrima do triste?
(...)
Por acaso imaginaste, num delírio,
que eu iria odiar a vida e retirar-me para o ermo
por alguns dos meus sonhos se haverem
frustrado?
Pois não: aqui me tens
e homens farei segundo minha própria imagem:
homens que logo serão meus iguais
que irão padecer e chorar, gozar e sofrer
e, mesmo que forem parias,
não se renderão a ti como eu fiz"
(*) Prometeu foi um titã da mitologia grega que roubou o fogo (a sabedoria e a ciência) dos céus. Foi punidos por Zeus com o castigo de ficar encadeado a uma rocha no Cáucaso, onde uma águia diariamente lhe bicava o fígado. Sua sina foi teatralizada pela primeira vez por Ésquilo (525-456 a.C.), no século V a.C., com o titulo de Prometeus desmotes
Prometeu tornou-se, desde os tempos de Ésquilo (a tragédia foi representada no século V a.C., em Atenas), o símbolo da eterna insatisfação humana com seu destino. O Titã que não se conforma nunca com os acasos e a inconstâncias da Natureza e que se revolta contra a tirania dos deuses. Prometeu é o homem que tenta construir o seu próprio destino sem aceitar interferência divina. Enquanto o herói da lenda grega teve de suportar o suplício, o moderno Prometeu tem um como tarefa modelar à sua feição e imagem, não só o Mundo como a si mesmo. Façanha essa que agora é possível porque surgiu um novo tipo fogo, um fogo (o conhecimento) não mais roubado dos Céus mas sim desenvolvido por ele mesmo e formado pela Ciência e a Tecnologia.
O Monstro Frankenstein
A adesão a esse novo Prometeu Renascido, que emergiu do Movimento Iluminista e da Revolução Industrial do século XVIII, filho da Razão e da Técnica, não foi uníssona. Muito pelo contrário. E a oposição a ele não partiu só da Igreja Católica e dos pastores da Igreja Reformada. Os poetas, escritores e intelectuais do Movimento Romântico que então começava a predominar no cenário cultural europeu, também manifestaram seus temores frente ao novo titã. Em 1818, Mary Shelley, esposa do poeta Percy Shelley, escreveu uma novela gótica que assustou todo o mundo: Frankenstein.
Frankenstein, a criatura-monstro
Na novela, um talentoso médico e cientista de nome Frankenstein tenta dar vida a uma série de membros e órgãos humanos retirados de cadáveres distintos. Depois de várias tentativas laboratoriais, utilizando-se largamente de choques e correntes elétricas, a Criatura desperta (naquela época difundiram-se as experiências feitas desde 1800 com a bateria elétrica de Volta e a eletricidade animal de Galvani). Em pouco tempo, ao escapar do fantástico laboratório do dr.Frankenstein, o Monstro de forma humana vai deixando um rastro de mortes e de pavores em sua fuga. Termina por ser incinerado por uma massa de camponeses assustada e furiosa. Portanto, o Prometeu de Mary Shelley (o dr.Frankenstein) ao tentar rivalizar-se com Deus na tentativa de também dar a vida a alguém, fez por gerar no seu laboratório uma anomalia, uma perigosíssima ameaça à comunidade.
O medo ao novo
De certo modo, muitas das fobias antigas voltaram à luz com a notícia da clonagem de uma ovelha adulta feita na Escócia pelo Instituto Roslin, em 1997. Governos, igrejas, seitas religiosas de todas as crenças, manifestaram profundo receio perante a possibilidade de se clonar, em breve, um ser humano. As sanções e ameaças feitas aos cientistas, caso eles tentem isso, variam de simples negação de verbas federais até medidas mais rigorosas como pena de prisão. Isto tudo afinal é muito natural. Toda inovação revolucionária provoca um choque ético na humanidade. Mas com o tempo, as barreiras uma a uma vão caindo, e aquilo que foi encarado certa vez como uma blasfêmia, ou um crime contra Deus, passa a ser visto com toda a naturalidade. Quem se negaria hoje a vacinar-se contra febre amarela. No entanto, a sua obrigatoriedade introduzida no Rio de Janeiro pelo cientista e sanitarista Dr. Oswaldo Cruz, provocou a Revolta da Vacina de 1904.
Feita essa ressalva é certo que Prometeu, quer queiram ou não, irá cumprir a sua promessa feita nos tempos do Romantismo de conseguir fazer nascer criaturas à sua imagem, pois o homem moderno está condenado a ser "o senhor e dono da Natureza".
Postado por:NOCTURNO
Hora:8/16/2004 05:48:11 PM
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A sexualidade secreta dos super-heróis
por Márcio Tadeu 14/7/2002
No universo mitológico dos super-heróis, a sexualidade dos personagens sempre foi considerada um tabu. Em 1954, o médico e psiquiatra Fredrick Wertham causou polêmica quando escreveu "Seduction of the Innocent". O livro condenava as histórias em quadrinhos e as acusava de corromper a juventude americana. O principal alvo do psiquiatra foi a dupla dinâmica, Batman e Robin. Bruce Wayne and "Dick" Grayson tinham o que para ele era o perfeito relacionamento homossexual, morando ambos solteiros e sem namoradas na Mansão Wayne e tendo o mordomo Alfred para atendê-los. Wertham também detonou a Mulher Maravilha e as Amazonas da Ilha Paraíso, que viviam sozinhas e independentes, sem a ajuda do mundo masculino.
A verdade é que naquela época os quadrinhos eram inocentes demais para tais afirmações de Wertham. Não havia nenhuma referência ao comportamento sexual dos heróis. O que acabou acontecendo é que muito tempo depois, a partir do fim da década de 80, alguns autores, inspirados pela polêmica original, incluíram nas histórias a discussão sobre a sexualidade dos personagens.
A referência mais famosa é a graphic novel do Homem-Morcego, de 1989, escrita por Grant Morisson e ilustrada por Dave McKean. Em "Asilo Arkham", o arquinimigo do Batman, o Coringa, é retratado como uma bicha estereotipada e psicótica, que chega a passar a mão na bunda do Morcegão e perguntar se o Robin já está se depilando. Na época, era o auge do lançamento do versão cinematográfica do personagem, dirigida por Tim Burton. Para evitar uma repercussão negativa para o filme, a Warner (produtora do filme e dona da DC Comics) censurou um outro diálogo da HQ em que o Coringa perguntava ao Batman o que ele fazia com o Robin nas noites frias de Gotham City, enquanto não aparecia nenhum vilão para eles esmurrarem.
Depois disso a DC fez de tudo para desassociar a suposta homossexualidade de Batman e Robin. O pupilo Dick Grayson deixou de ser o menino-prodígio, foi para a faculdade, assumiu uma nova identidade (Asa Noturna) e namorou quase todas as super-heroínas da DC (Batgirl, Moça-Maravilha, Caçadora e até a alienígena Estelar). Já o Batman continuou em sua cruzada solitária contra o mal, mas arranjou um novo Robin. Tim Drake é um adolescente de 15 anos, especialista em computadores, mas que já tem namorada, outra vigilante, a Salteadora.
No universo dos super-heróis, há outros personagens assumidamente homossexuais, mas quase sempre coadjuvantes, que rodeiam as histórias dos principais personagens. Aí vai uma lista deles:
As amazonas de Themyscira - As histórias da Mulher-Maravilha e de suas compatriotas sempre foram carregadas sugestões sobre a sexualidade das personagens, também por causa da mitologia grega. Mas no ano passado, o atual escritor da personagem, Phil Jimenez, homossexual assumido e ativista da causa, incluiu diversas referências nas histórias e escancarou o tema. Em Themyscira, ilha natal da princesa Diana, a general das amazonas, Anaya, tem uma namorada, Ifítime. Depois da morte da mãe de Diana, a rainha Hipólita, por quem mantinha grande paixão, Anaya assumiu o comando na Ilha Paraíso. Já a Mulher- Maravilha, apesar dos rumores, continua heterossexual e pasme!, virgem, depois de tantos anos. Ela agora tem um namorado novo, Trevor Barnes, funcionário da ONU.
O Flautista - Ex-vilão regenerado, Hartley Rathaway é o melhor amigo de Wally West, o Flash, o homem mais rápido do mundo. Apesar de homossexual assumido, os leitores nunca vêm o Flautista com um namorado. O cara baba no ovo do Flash mesmo, mas acontece que o cara é casado com a jornalista Linda Park.
Maggie Sawyer, das Unidade de Crimes Especiais de Metropólis - personagem coadjuvante das histórias do Super-Homem, Maggie é a chefe da Polícia de Metrópolis. Casada há anos com a médica Toby, Maggie é uma grande amiga de Lois Lane e Clark Kent. Em 98, na edição especial do "Casamento do Super-Homem", as duas personagens aparecem abraçadas durante o chá de cozinha de Lois Lane e também no casório.
Liga da Justiça: Fogo, Gelo, Dama de Gelo, Nuklon e Manto Negro - Nas histórias da Liga da Justiça durante a década de 90, a brasileira Fogo e a dinamarquesa Gelo formavam uma poderosa dupla e também melhores amigas. Quando Gelo foi morta em combate, os leitores foram surpreendidos com a dor da heroína Fogo, que admitiu seu amor pela companheira. Logo depois, Dama de Gelo a substituiu na equipe e logo se apaixonou por Fogo, só que não foi correspondida. Na mesma época, outro herói da equipe, Manto Negro, descobriu sua homossexualidade e se declarou para o amado Nuklon, que só depois de muito assédio aceitou sair num encontro com Manto Negro.
Essa fase das histórias da Liga da Justiça teve pouco sucesso e quase ninguém acompanhou as histórias, que mais lembravam uma novela do que aventuras de super-heróis. Atualmente, esses personagens continuam na ativa, mas o comportamento sexual deles foi deixado de lado.
Terry, assistente do Lanterna Verde - Nas atuais histórias do campeão esmeralda, Kyle Rayner (o atual Lanterna Verde) é um cartunista e seu estagiário, Terry, é um adolescente assumidamente gay, que nutre uma tremenda paixão pelo chefe. Kyle, apesar de não corresponder aos anseios do rapaz, conversa bastante com ele e não é preconceituoso.
Todos os personagens citados até agora são da DC Comics, cujas publicações acabaram de ser canceladas aqui no Brasil, depois de mais de 20 anos saindo pela Editora Abril. Enquanto uma nova editora não se interessa pelo material, somente as originais importadas podem ser encontradas em lojas especializadas em revistas em quadrinhos.
Outra tradicional editora é a toda poderosa Marvel, do Homem-Aranha, Capitão América e dos famosos X-Men. Mais conservadora, a Marvel nunca teve personagens gays interessantes. Isso, se você é daqueles que não interpreta a perseguição aos chamados mutantes como uma metáfora à homossexualidade. Os principais personagens homossexuais da Marvel são:
Estrela Polar - Ele foi o primeiro herói assumidamente homossexual na Marvel. Mutante canadense, membro da Tropa Alfa, que já teve até o Wolverine entre seus membros. Desde o começo da série, ainda nos anos 80, o autor John Byrne sugeria as preferências sexuais do herói. Mas foi somente em 1993, quando o título já não vendia tão bem, que os autores resolveram tirar Estrela Polar do armário. Ele adotou um bebê órfão que estava prestes a morrer vítima da AIDS. Apesar do cancelamento das histórias da Tropa Alfa meses depois, Estrela Polar continua aparecendo de vez em quando em outras revistas. Na atual fase dos X-Men, que estréia em setembro aqui no Brasil, Estrela Polar vai participar de uma aventura junto aos mutantes mais famosos do planeta e vai até puxar briga com um x-man homofóbico.
Rictor e Shatterstar - Também na década de 90, na revista X-Force, parte do universo de aventuras dos X-Men, dois jovens mutantes, Rictor, que provocava terremotos e Shattterstar, um guerreiro de outra dimensão, tiveram uma amizade colorida, entre uma briga e outra da equipe. Os diálogos mais assumidos eram os da despedida de Rictor, quando decidiu abandonar a equipe, deixando o namorado desconsolado. O título logo depois foi totalmente reformulado e os personagem, esquecidos, na nova fase.
Esquecimento, aliás, tem sido o destino final dos personagens gays nas histórias em quadrinhos. Quem sabe o futuro reserve um destino diferente para os heróis que saírem do armário no século 21.
Postado por:NOCTURNO
Hora:2/26/2004 08:25:47 PM
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¿Não vai ser um bando de meta-humanos loucos que se dizem representantes de Deuses profanos que vai tirar a humanidade do caminho da paz e da harmonia dado pela LEI! Eu convoco todos os grupos do Eixo da Justiça para lutar contra essas abominações! Conclamo a todos aqui presentes a lutar pela paz que impusemos sobre a humanidade! Todos vocês aqui presentes, o Protetorado a Aliança da Verdade, a Coalizão da Liberdade, os Vigilantes Internacionais, os Punidores, Cavaleiros Solares, os Redentores, Liga Metal, e todos aqueles que não puderam vir, tem a responsabilidade de acabar com esses pervertidos!
Em nome da LEI! Morte à Karma Police!¿
Maximus Max,em conferência de emergência no Olho, o quartel-general espacial do Eixo da Justiça, logo depois de uma surra que o Protetorado levara da Karma Police.
O EIXO DA JUSTIÇA
O que seria de heróis sem seus inimigos. No mundo de AVATAR!, os super-heróis são os verdadeiros vilões, corrompidos pelo poder que possuem em relação ao mundo. Os vários super-grupos existentes nos diversos países, depois de subirem em importância e poder dentro das sociedades, acabaram se unindo em uma organização internacional chamada Eixo da Justiça. Com o objetivo de criar uma sociedade harmônica e em paz, a Pax Heróica, Maximus Max, o líder do maior super-grupo norte americano de todos os tempos, o Protetorado, trabalhou durante a década de setenta e oitenta para deixar o mundo cada vez mais dependente dos poderes dos super-heróis.
Com governos do mundo inteiro patrocinando suas próprias equipes oficiais, foi fácil para, depois da crise da destruição da ilha de Manhatam em 11 de setembro de 2001 . A destruição foi causada quando Escudo, membro do Eixo da Justiça, rebateu o Míssil Termonuclear Titan VII, mandado em segredo pelo governo norte-americano contra o quartel general do Eixo da Justiça. O ataque do Pentágono foi devido ao medo do poder político representado pelos super-heróis depois da Guerra do Kosovo (em que o Eixo praticamente resolveu tudo sozinho). Após esse ataque os maiores temores dos governos internacionais se concretizaram, o Eixo da Justiça baixou uma Lei Marcial em todo o mundo, e determinou um conjunto de regras à serem seguidas pelos governos, regras que davam aos Super-Heróis e supergrupos membros do Eixo, poderes totais sobre as questões políticas internacionais, com direito a intervenção direta e retaliações. Essas regras são mais conhecidas como a Lei.
Aqui estão a descrição e a ficha dos principais membros do Eixo da Justiça. Do ponto de vista deles, eles são super-heróis buscando a paz mundial e não os ditadores loucos como é divulgado pela Karma Police.
MAXIMUS MAX (Arte: Nitro)
CON 11(80), FR 12 (80),
DEX 10(50), AGI 11 (50),
INT 17, WILL 20,
CAR 15, PER 14
Guerreiro do 10° Nível
#ataques [4], IP 20
PVs 11 (80) + 30
Ataques:
Briga: 65/65, dano 3d6 +30
Visão Max: 75 % ( Dano: 6d6+1) de explosão. A visão Max desestabiliza os átomos com um raio vermelho, fazendo o alvo explodir.
Poderes: Aumento de Atributos [FR 0,80], [CON 0, 80], [DEX 0,50], [AGI 0,50] Invulnerabilidade: NP: 20, ( IP 40x 0,5 = IP 20), Visão Max (Rajada de energia) NP: 30 Dano 1 6d6 +1, Dano 2 6d6 +1, Alcance 20 m, Vôo: NP 40, Velocidade: 50 m/s, Carga: 100 Toneladas
Aprimoramentos: Apoio das Massas 2p, Base Secreta (O Satélite Olho) 4p, Contatos e Aliados 4p, Grupos de Heróis Aliados (Eixo da Justiça), Status 6, Inimigos -5p.
Perícias:
Condução (carros) 35%, Etiqueta: 30%, Diplomacia 40%, Política 60%, Idiomas: (Francês, Japonês, Espanhol, Chinês e Russo) 50%, Informática: 30 %, Investigação: 50%, Sobrevivência: 25%, Espaço: 40%. Astronomia: 50 %, Geografia: 60%,
Descrição:
Maximus Max possui o físico que se adapta muito bem ao nome que adotou para a sua personalidade de super-herói. Ele tem 1,93 de altura, e mais de 180 kilos de puro músculo. Possui um queixo exageradamente grande e está sempre com um sorriso no rosto, mesmo quando está completamente nervoso. Usa o cabelo vermelho, como o ¿M¿ que tem pintado no rosto e em seu uniforme, tudo isso contrastando com sua capa dourada e o seu uniforme amarelo. O inevitável topete parece estar sempre alinhado, não importa a violência do combate ou a velocidade de seu vôo. Possui olhos vermelhos também, e que sempre brilham quando ele faz os seus pronunciamentos mundiais.
Personalidade:Se existe uma encarnação do Ego e da Vaidade humana, essa encarnação é Maximus Max. Ele se acha a perfeição máxima dos meta-humanos e sempre que se pronuncia procura ângulos favoráveis para a sua impressionante figura.
Na vista de toda a sociedade, Maximus Max é muito simpático e carismático, falando sempre com frases feitas e de efeito, procurando cada vez mais melhorar a sua popularidade e apoio popular.
Quando está entre os super-heróis subordinados ao seu comando do Eixo da Justiça, Maximus Max é tirânico e implacável, usando de medo e de jogos mentais para conseguir obediência e fidelidade completa de seus seguidores.
Sua voz é treinada para passar confiança e perfeição, e ele é capaz de tecer tramas e manipulações invejáveis, lembranças dos seus tempos de político.
Maximus Max é o segundo Maximus dos Estados Unidos (o Primeiro morreu na Segunda Guerra Mundial), e é considerado o homem mais poderoso do planeta, como o lidero do Eixo da Justiça.
Poderes: Maximus Max é um dos mais poderosos meta-humanos do planeta. Ele pode voar, tem invulnerabilidade, super-força e um poder muito perigoso, a Visão Max, onde ele desestabiliza as moléculas de qualquer coisa que seja atingida pelo raio vermelho que sai dos seus olhos. Para Maximus Max usar esse poder, ele precisa gastar 1 ponto de Will temporário. Esse poder só funciona com objetos inanimados e não orgânicos, mas ele usa em alvos humanos desestabilizando as moléculas de suas roupas e criando uma explosão que dá 6d6+1 de dano de explosão.
Frase: ¿Ajoelhe-se e admire a utopia que eu criei para a humanidade! E agradeça por viver na mesma época que Maximus Max!¿
Background: George Nixon nascera para a glória. Filho de Richard Nixon, cresceu no meio das manipulações políticas de seu pai e viu o desenvolvimento da Divisão de Super-Heróis (o famigerado DSH, uma subdivisão da CIA) e da reformulação do Eixo da Justiça para a guerra do Vietnam.
Com a tragédia da destruição completa do Vietnam depois do combate entre o Esquadrão Rubro , o super-grupo oficial da União Soviética em na década de 60 e início de 70, e o Eixo da Justiça, as pressões populares norte-americanas (quase toda a tropa norte-americana foi morta no fiasco) acabaram por forçar o impeachman de Richard Nixon.
Esse fato mudou a vida de George Nixon. Depois do suicido do seu pai, George Nixon e sua família foram morar no interior do Texas, se escondendo da mídia e da política. Mas George queria seguir os passos do seu pai e vingar a tragédia familiar conquistando novamente a presidência da república americana para a família Nixon.
O jovem escondeu o seu sobrenome e fez direito na faculdade de Harvard, com o objetivo de se candidatar à um cargo público.
Assim que formou, ele conseguiu um cargo de promotor público na cidade de Washington e começou a fazer alianças políticas para entrar para o Congresso Norte Americano como deputado.
A campanha correu muito bem, ele estava bem na frente das pesquisas (era do partido republicano, é claro), mas em um debate televisivo, o seu nome foi desmascarado e foi revelado que ele era filho do ex-presidente Nixon. A revelação caiu como uma bomba na eleição e ele perdeu praticamente todos os votos que teria, além de acabar sendo expulso do partido republicano, por ter ocultado esse aspecto de sua vida.
Desesperado, George Nixon buscou refúgio no álcool e começou uma espiral de auto-destruição.
Em um de seus porres diários, um estranho homem se aproximou dele. Era um velho senhor de longos bigodes, vestido como se fosse um lorde inglês do início do século vinte. Esse senhor se apresentou como Lorde Carnavon, e perguntou:
__Você gostaria de ser outra pessoa? Mas não apenas outra pessoa, mas o ser mais poderoso do planeta...
Como estava bêbado, George apenas sorriu e murmurou um ¿e claro...¿ antes de jogar a cabeça na mesa do bar.
No dia seguinte, George abriu os olhos e viu que estava na cama do apartamento miserável onde estava morando nos últimos tempos. Levantou-se e cambaleando foi em direção ao banheiro do cortiço. Quando olhou para o espelho, sentiu que este estava mais baixo do que o de costume. Nesse momento percebeu que estava completamente nu...e com um corpo completamente diferente do normal.
Estava muito mais forte e muito mais alto do que o normal, com músculos enormes e desenhados compondo uma figura massiva. O seu queixo também ficou muito alterado, e além disso, ele sentiu uma energia enorme queimando em seu corpo, principalmente atrás dos seus olhos. Com um leve movimento ele arrancou a pia do banheiro e a fitou curioso...Ele tinha virado um meta-humano, uma das criaturas de quem o poder dos governos dependia!
Ele mal pode acreditar, e olhando novamente para o espelho, murmurou: ¿Isso é o Máximo!¿
Nos meses que se seguiram, George Nixon, agora conhecido pela mídia mundial como Maximus Max, se tornou no principal super-herói norte americano. Com a sua astúcia política e com a ajuda da melhor equipe de marketing que o dinheiro ganho nas missões heróicas podiam pagar, Maximus Max se tornou em um fenômeno.
Brinquedos, redes de fast food Max Burgers, programas de televisão, desenhos animados, quadrinhos, foram inundando a mídia com a sua imagem. Mas isso não era o suficiente; ele queria se vingar, pegar de volta o poder político que fora tirado de seu pai.
O Eixo da Justiça praticamente implorou para sua associação e em pouco tempo e com muita manipulação política e um assassinato secreto de um super-herói, ele chegou ao cargo de líder. Foi nesse dia que ele descobrira o mistério da sua transformação.
O misterioso Lorde Carnavon reapareceu e, falando apenas com ele, revelou ser Ravana, um demônio da dimensão Devakhan que tinha vindo para a Terra em 3000 AC, e que tinha o poder de criar meta-humanos, que ele chamava de Rakshasas. Ravana também revelou que o seu objetivo era dominar o planeta com os meta-humanos que criara, para se preparar para a futura vinda dos Avataras. E disse que os Avataras eram muito mais poderosos que qualquer meta-humano que criara, mas que eram menos numerosos.
A partir dessa revelação Maximus Max passou a manipular e interferir mais nos governos mundiais, apesar de não acreditar que pudessem existir superseres mais poderosos que ele. Porém, quando em 2003 surgiu a Karma Police e ela começou a derrotar facilmente as divisões mais poderosas do Eixo da Justiça, Maximus Max começou a ficar preocupado. Mas de uma coisa ele tinha certeza: Ninguém faria com ele o que fizeram com seu pai, NINGUÉM!
HECATOMBE Arte: Nitro
CON 11(90), FR 12 (95),
DEX 10(20), AGI 11 (25),
INT 10, WILL 20,
CAR 8, PER 10
Guerreiro do 8° Nível
#ataques [2], IP 40
PVs 11 (95) + 30
Ataques:
Briga: 75/75, dano 3d6 +38
Explosão Atômica: 15d6 (Hecatombe pode explodir o seu corpo, gastando 5 pontos de Will Temporário, gastando 1 ponto ele explode apenas partes do seu corpo, dando 5d6 de dano, mais cheque difícil (X2) de CON para ver se deu envenenamento radioativo no alvo).
Poderes: Aumento de Atributos [FR 0,95], [CON 0, 90], [DEX 0,20], [AGI 0,25] Invulnerabilidade: NP: 80, ( IP 80x 0,5 = IP 50), Explosão Corporal (80,80), Alcance 10 km , dando 15d6 de dano (na explosão do corpo inteiro) ou 6d6 de dano (na explosão de parte do corpo, o seu corpo retorna ao normal imediatamente depois da explosão, os átomos reorganizando em um novo corpo).
Como diz o seu nome, Hecatombe é capaz de explodir o próprio corpo em uma explosão termonuclear, como se tivesse vindo de uma bomba H. Ele pode usar esse poder em seu nível máximo apenas uma vez por dia, visto que ele drena muito de sua energia. Porém, com sua força impressionante, ele apenas se explode quando é ordenado, resolvendo os combates na base da luta corporal ou de pequenas explosões que ele cria com partes de seu corpo.
Depois de cada explosão, Hecatombe consegue recompor o seu corpo novamente, demorando de 1 à 15 turnos (dependendo do dano causado, 1d6=1 turno, 2d6=2 turnos, e assim por diante).
Aprimoramentos: Base Secreta (O Satélite Olho) 4p, Contatos e Aliados 4p, Grupos de Heróis Aliados (Eixo da Justiça), Inimigos -5p.
Perícias:
Condução (carros) 45%, Investigação: 50%, Sobrevivência: 25%, Veículos Militares 40%, Armas Pesadas 40%, Estratégia de Guerra 40%,
Descrição:
O russo Hecatombe é um gigante entre os super-heróis do Eixo da Justiça. Ele tem 3m e 60 de altura, ficando apenas abaixo do chinês Yin Yang. Possui um corpo gigantesco e braços enormes que quase encostam ao chão. Suas mãos enormes possuem apenas três dedos.
Seu rosto é completamente desprovido de pêlos e ele possui um rosto largo com uma enorme mandíbula. De sua boca e de seus olhos saem uma constante fumaça, devido ao fogo nuclear que queima dentro dele.
Sua cabeça careca é marcada por pinos que são resquícios das operações que sofrera em sua transformação em uma Bomba H ambulante.
Personalidade: Hecatombe é completamente impulsivo, como seu a natureza do seu poder tivesse contaminado todo o seu ser. Ele fala alto e é generoso nos palavrões e nos insultos, gritando sempre que não consegue ganhar um argumento. Possui um humor horrível, e só se sente realmente feliz quando está caminhando em uma paisagem recém arrasada pelo seu poder.
Hecatombe precisa ser constantemente monitorado e precisa sempre receber barras de urânio beneficiado para viver, o que o transformou no escravo pessoal de Maximus Max, depois que este monopolizou o beneficiamento mundial de urânio.
Possui um ódio especial por Ganeshaman, a única criatura que sobreviveu a uma de suas explosões e o derrotou na base da pancadaria.
Background: Andrei Ivanov era um soldado russo que fazia parte de uma divisão secreta no Vietnam, durante a década de 60. Ele fornecia equipamentos e treinamento para os Vietcongs e conhecia tudo na área.
Porém os russos estavam tentando levar armas nucleares para os Vietcongs, e com a ajuda do misterioso Lorde Carnavon, que se aproximou da KGB com um plano de mandar uma ogiva termonuclear dentro do corpo de um soldado, Andrei foi selecionado como a cobaia.
Nos laboratórios secretos da Sibéria, onde Lorde Cavernon, junto com os cientistas russos criaram o super grupo oficial russo, o Esquadrão Rubro, Andrei teve uma ogiva termonuclear implantada em seu peito. Para garantir que o soldado chegaria até Saigon, controlada pelos americanos, Lorde Carnavon (que na verdade é Ravana, um Deus Maligno da dimensão paralela do Devakan que tem o poder de criar meta-humanos) alterou a constituição molecular do seu corpo para bloquear a radiação e manter o material estável.
Andrei cumpriu a missão com louvor, explodindo Saigon e fazendo com que o presidente Nixon autorizasse a ida do Eixo da Justiça para a guerra, como apoio às tropas militares.
Porém esse não foi o fim de Andrei. Dias depois, quando as tropas americanas estavam patrulhando a cratera radioativa que era Saigon, eles se depararam com um gigante de 3,60m de altura, com olhos fumegantes e com força capaz de usar tanques de guerra como armas de mão.
Nascia Hecatombe. A criatura rapidamente dizimou dezenas de pelotões norte-americanos, e quando enfrentou Atomic Bob, um misto de cyborg e meta-humano capaz de gerar e lançar pequenos mísseis nucleares com o seu corpo, a violência do combate acabou com uma pequena guerra nuclear, que matou mais de seis milhões de Vietnamitas.
Depois do combate (que terminou empatado), Hecatombe voltou para a Rússia (ele precisava do urânio beneficiado do governo para sobreviver)e foi usado como o coringa nas décadas seguintes da Guerra Fria. Com o fim da União Soviética, Hecatombe aceitou o convite de Maximus Max para entrar no Eixo da Justiça, sendo agora parceiro do seu antigo inimigo, Atomic Bob.
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Postado por:NOCTURNO
Hora:2/16/2004 05:26:37 PM
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Nome: Batman - Bruce Wayne
Vigilante Noturno nível 15, PV 34 + 50 PH
Pontos Heróicos 50
Força: 18
Constituição: 20
Destreza: 23
Agilidade: 19
Inteligência: 18
Força de Vontade: 16
Carisma: Batman= 9 / Bruce = 17
Percepção: 24
IP: Uniforme: Kevlar: IP cinético 5, balístico 9, revestimento de borracha: IP 8 eletricidade e 10 contra fogo
Ataques: Artes Marciais 90/90 dano 3d6 (Ponto de Pressão, Bloqueio Agressivo, Bloqueio Agressivo com os Pes, Desarmar, Bloqueio com a Mão) * Armas Brancas 55/55
* Perícias do suplemento ArtesMarciais
Pericias:
Armadilhas 60, Armas de Fogo 40, Artes 50 (ilusionismo), Camuflagem 60, Ciências (Anatonomia 20, Direito 30, Astronomia 20, Física 70, Genética 15, Geografia 50, Herbalismo 60, Historia 40, Matemática 50, Psicologia 50, Química 80, Alquimia 30), condução (automóvel 80, motocicleta 80, Lancha 50, Asa Delta 60, Ultraleve 50, Jato 60) Disfarce 70, Eletrônica 45, Engenharia 45, Escutar 60, Esquiva 70, Esportes ( Acrobacia 45, Arremesso 35, Caça 35, Corrida 50, Esqui 35, Mergulho 40, Pára-quedismo 40, Natação 50, Salto 60), Explosivos 65, Furtividade 75, Idiomas (Japonês 30, Francês 40, Russo 25, Código Morse 60, Linguagem de Sinais 35, Leitura Labial 60) Informática 40, Manipulação ( Interrogar 45, Intimidar 70, Impressionar 70) Manuseio de Fechaduras 75, Mecânica 50, Medicina (primeiros Socorros 40, Psicologia Farense 80 ) Investigação 90, Rastreio 90 (Gotham City), Sobrevivência 70.
Aprimoramentos:
Amigo Gênio-da-computação (Oráculo) 1. Base Secreta (Batcaverna) 4, Contatos(industria, Policia) 4,Grupo de Heróis Aliados (Liga da Justiça), Identidade Secreta (Bruco Wayne), Recursos e dinheiro 10, Status 3, Pontos Heroicos 3, Veiculo (Batmovel, Batjato), Codigo de Honra (Nunca Matar), Inimigos 8, Insano (obsessivo), Origem Trágica, Parceiro Mirim (Robin),Senso do Dever (Protetor e combatente do crime), Tiro Limitado (referente ao cinto de utilidades) *
* Equipamentos: (Cinto de Utilidades)
Batranges 1d4 + bônus (10 unidades)
Granadas Atordoantes 5 unidades
Granadas de Concussão 5 unidades
Granada de Fragmentação 5 unidades
Rastreador 5 unidades
Bússola 1 unidade
Corda de 15 metros fina e reforçada (2 unidades)
batgancho (alcance 25 metros) 2 unidades
mascara de gás 2 unidades
comunicador (na mascara)
(O Batman sempre tem o que for nescessário no momento. O narrador sempre tem a palavra final do que ele tem. Pode-se chamar isso de um "sexto-sentido" para o que ele precise.)
OUTROS:
Batcarro
Batjato
OBS: O Batman não é recomendado para ser um personagem jogador. Ele é muito complexo e te um sagacidade e vivência que poucos conseguiriam interpretar. Recomenda-se fortemente que ele seja um NPC
Postado por:NOCTURNO
Hora:1/26/2004 06:08:19 PM
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